Padres e bispos não são anjos, são pessoas: mais humanidade e menos idealização
"Urge a promoção evangélica de uma cultura de vulnerabilidade compartilhada, que reconheça a humanidade dos ministros ordenados. Que ao enfrentar o problema...
26/04/2026 08:32
"Urge a promoção evangélica de uma cultura de vulnerabilidade compartilhada, que reconheça a humanidade dos ministros ordenados. Que ao enfrentar o problema exige não apenas ações individuais, mas mudanças estruturais e espirituais na cultura pessoal e eclesial. A saúde mental do clero depende do próprio ministro, bem como de uma comunidade que acolha fragilidades e reconheça que a santidade não nasce da negação da humanidade, mas da vivência autêntica dela".